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» Publicado em 30 maio 2013 por

A música e sua importância para a criança

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Além de sensações, através da experiência com a música, são desenvolvidas capacidades que serão importantes durante o crescimento infantil.

Desde a barriga da mamãe os sentidos da criança já começam a se desenvolver e receber os estímulos. Estudiosos afirmam que a audição é o primeiro sentido que se desenvolve durante a gestação e que o embrião já começa a ouvir os primeiros ruídos aos quatro meses. E esses sons são da voz, do batimento cardíaco, da respiração da mãe e a voz humana, sendo esse último o principal som que o feto ouve e memoriza. E olha que interessante, a principal maneira de se utilizar a voz para imprimí-la na memória do feto é CANTAR para ele com frequência.

Quando o bebê nasce é acalentado com suaves canções de ninar. Depois distraímos os pequenos com uma canção cheia de ritmos e gestos, e assim música vai fazendo parte do dia-a-dia das crianças, naturalmente e cheia de significados.

Mas é legal lembrar que a música vai além daquilo que ouvimos. Quando inserida na rotina das crianças e dos adolescentes, as canções contribuem para o desenvolvimento neurológico, afetivo e motor da criança.

São tantos os benefícios da música para as crianças! Ao escutar e aprender música, as crianças desenvolvem a concentração, socialização e disciplina. Elevam a auto-estima, aprendem sobre responsabilidade em grupo e respeito mútuo. Além disso, desenvolvem a comunicação, a criatividade, a coordenação e a memória.

Meu filho ama música e a escuta desde a barriga. Hoje,vejo o quanto ele tem ritmo e se identifica e se interessa por tudo que a música esteja envolvida.

Gustavo tá crescendo > Informações técnicas

» Publicado em 16 fevereiro 2012 por

Fase sensório motor

Gustavo ainda está na fase sensório motor. E o que é isso?

Um cientista suíço descobriu que a atividade mental se organiza em estágios. Descobriu também que a criança constrói seu conhecimento através de suas descobertas e experiências. Seu nome é Jean Piaget, um estudioso que revolucionou a forma de ver a educação de crianças, comprovando que elas constroem o próprio aprendizado e não pensam como os adultos.

Piaget denominou o campo de suas investigações de Epistemologia Genética, ou seja, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios, o sensório motor ( 0 a 2 anos), o pré-operatório (2 a 7 anos), operatório concreto (7a a 12 anos) e operatório formal (12 em diante).

Hoje quero me deter ao primeiro estágio, o qual Gustavo se encontra, Sensório Motor.
Como educadora eu vejo esse primeiro estágio como uma inteligência prática.

A criança está constantemente adquirindo habilidades motoras e aprendendo sobre os objetos que a rodeiam através de suas ações e experimentações. Sua percepção e seus movimentos são seus principais aliados para adquirir novas habilidades e domínio do ambiente.

Na prática é assim:

- Aprendizagem da coordenação motora elementar

- Aquisição da linguagem até a construção de frases simples

- Desenvolvimento da percepção

- Noção de permanência do objeto

- Preferências afetivas

- Início da compreensão de regras

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» Publicado em 4 novembro 2011 por

APLV

Amanhã vou dar uma palestra sobre APLV (Alergia a proteína do leite) na escola onde trabalho. E foi tão bom relembrar algumas coisas e preparar um material afetivo, objetivo e fundamentado!

Vamos relembrar alguns pontos sobre APLV:

- A alergia ao leite é uma resposta imunológica do organismo à proteína do leite. O organismo entende essa proteína como um agente estranho que precisa ser combatido e desencadeia reações alérgicas.

- O leite possui, em sua composição, proteínas e lactose. As proteínas podem causar alergia, enquanto a lactose pode causar apenas intolerância,  que é um fenômeno de pessoas mais velhas, em geral, adultos. Já a alergia é mais comum no primeiro ano de vida.

- A intolerância é mais fácil de ser resolvida do que a alergia ao leite. Há casos em que não é preciso excluir totalmente a lactose da dieta da criança.

- O tratamento da APLV consiste na realização da dieta de exclusão por no mínimo 6 meses. O sucesso do tratamento das alergias alimentares depende do adequado seguimento da dieta.

- A proteína do leite da cabra e da ovelha tem uma homologia (semelhança genética) de aproximadamente 90% com a da vaca, sendo comum o desenvolvimento de alergia cruzada a estes alimentos.

Sites sobre o assunto:

http://www.girassolinstituto.org.br/

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» Publicado em 6 outubro 2011 por

A antiga guerra entre DIPIRONA e PARACETAMOL

A dipirona, criada pelos alemães e o paracetamol, criado pelo americanos, sempre tiveram em “guerra” na cabeça de muitas mamães. A verdade é que a dúvida sempre chega quando nosso bebezinho está com febre ou alguma dorzinha.

Todos os dois são potentes analgésicos e antipiréticos, traduzindo, agem no combate da dor e febre, mas a dipirona só deve ser utilizada em último caso, para febre alta (acima de 38) ou dor que não melhora com outro antitérmico.

Para uma febre baixa, como nas reações de vacina por exemplo, não há problema algum em utilizar o tylenol e na verdade ele é o mais indicado nesses casos. Mas ATENÇÃO, em hipótese nenhuma dê o paracetamol antes da vacina como precaução para o bebê não ter febre. O problema é que muitas mães já dão o tylenol antes de dar a vacina, ou logo depois para não dar reação. Isso não está correto, pois diminui a eficácia das vacinas. Só dê o paracetamol caso o bebê tenha febre, pois se deu febre é porque houve resposta imunológica, o organismo produziu anticorpos. Assim não tem probelma!

Tenha em mente que devemos sempre respeitar a dose recomendada, ter cuidados especiais em medicar crianças e idosos, é sempre bom a ajuda de um profissional. A pediatra do Gustavo indicou como coloquei acima, dipirona para febres altas e tylenol no dia-a-dia quando necessário!

Assim está sendo esses dias, Gustavo com febrão acima de 38 e estou usando Novalgina infantil! Mas cada criança é cada criança…com ele dá muito certo e a febre pára por um tempão!

 

Informações técnicas

» Publicado em 30 maio 2011 por

Absurdo! Falta de leite especial!

Indignação…briga entre governo e prefeitura está fazendo as mães com filhos alérgicos a proteína do leite tremerem…podemos perder nosso direito a partir de junho!

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» Publicado em 12 maio 2011 por

Quanto tempo seu filho precisa dormir?

Apenas um norte para as mamães, essa tabela é da quantidade de sono média para crianças, dependendo da idade:

 

Idade Durante a noite Durante o dia Total
1 mês 8h 30min 7h (3 sonecas) 15h 30min
3 meses 10h 5h (3 sonecas) 15h
6 meses 11h 3h 45min (2 sonecas) 14h 45min
9 meses 11h 3h (2 sonecas) 14h
12 meses 11h 15min 2h 30min (2 sonecas) 13h 15min
18 meses 11h 15min 2h 15min (1 soneca) 13h 30min
2 anos 11h 2h (1 soneca) 13h
3 anos 10h 30min 1h 30min (1 soneca) 12h

 

*pode haver variação entre as crianças, dependendo da personalidade e organismo de cada uma


Informações técnicas > No dia-a-dia é assim...

» Publicado em 7 abril 2011 por

Por que o bebê precisa do suplemento de ferro? E quando?

Antes eu achava que Gustavo mamava bem, eu estava tomando polivitamínico e não precisa dar ferro de suplemento. Depois ele começou a tomar o leite Neocate e na embalagem dizia enriquecido com ferro e mais uma vez, achava que a pediatra passar MAIS ferro era exagero…mas depois de receber mais orientações da mesma e fazer novas pesquisas a respeito, descobri que é necessário sim, mesmo se o bebê já começou com papinhas salgadas e de frutas. Lendo, lendo e lendo, descobri que o leite materno é pobre em ferro, mas o que tem é absorvido bem. O leite artificial também é pobre em ferro e ainda o que tem é absorvido muito mal. Só ressaltando que o leite materno é o único alimento que o bebê precisa até os 6 meses, ok? Não dê suplemento algum se orientação médica! O mineral ferro é um nutriente essencial para os seres humanos, porque ele faz parte dos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio para todas as células do corpo. O interessante é que os bebês, normalmente, nascem com depósitos de ferro que duram aproximadamente seis meses. As necessidades de ferro, então, devem ser satisfeitas através do suplemento de ferro, receitado pelo médico, após esse período. Gustavo toma o Ultrafer e assim que terminar, vai passar para o Neutrofer. A pediatra pediu que ele tomasse por 3 meses e a aceitação dele até agora tem sido ótima!

Aconteceu comigo > Informações técnicas

» Publicado em 13 fevereiro 2011 por

Febre no bebê, e agora? O que fazer?

Gustavo teve sua primeira febrinha! Desde sexta a noite a temperatura dele estava acima de 38, mas continuou se alimentando bem e brincando. No sábado teve altos e baixos e passou a apresentar vômitos. Lá fui eu pesquisar mais sobre a febre para cuidar do meu pequeno.

A febre é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção, e ela em si não é necessariamente prejudicial ao bebê.

Abaixo segue alguns mitos e verdades sobre a febre:

Temperatura acima de 37º significa febre
ERRADO. A temperatura normal do corpo varia entre 36,5º e 37,5º. Só acima de 38º é que passa a ser considerada febre.

Se a testa da estiver quente é febre certa
ERRADO. Pelo tato, não se consegue distinguir uma temperatura entre 37,2º e 38,3º e, portanto, saber a hora de entrar com o medicamento.

Passar uma esponja com álcool no corpo faz baixar a febre
ERRADO. O álcool tem um calor específico muito alto, que acaba passando para a criança. Melhor dar um banho (de morno para frio) ou envolver o bebê em um lençol úmido, por alguns minutos. Fazer uma compressa com gelo nas axilas, virilhas e testa também dá ótimos resultados.

A febre é mais perigosa nos recém-nascidos
CERTO. Um bebê de um mês com febre de 37,8º deve ser logo levado ao médico. Devido à fragilidade de seu sistema imunológico, mesmo que não apresente nenhum sintoma, ele pode estar seriamente doente e desidratar em pouco tempo. Acima dos quatro meses, alguns sintomas já aparecem – nariz entupido, coriza, diarréia – facilitando o diagnóstico. Depois de três anos, se a febre não trouxer outras complicações e não passar de três dias, não é necessário procurar o pediatra.

Até os 37,8º não se dá antitérmicos
CERTO. Este estado, chamado de subfebril, pode ser revertido apenas com o banho quase frio. Oferecer um antitérmico, nesta situação, pode levar à hipotemia aguda, ou seja, a temperaturas abaixo de 36º.

Só é necessário procurar o pediatra se a febre passar de 38º
ERRADO. A febre é apenas um sintoma, que deve ser observado com atenção. Avalie o estado geral da criança, sua disposição para brincar, seu humor. Dependendo do quadro, procure o pediatra.

Uma criança com febre alta pode ter convulsões
CERTO. Normalmente de origem hereditária, acontece somente com 5% delas e na faixa de idade entre seis meses e dois anos. São tremores incontroláveis que podem durar apenas alguns segundos. Caso seu filho tenha tido convulsões antes, observe para que a temperatura não ultrapasse os 38,5º.

Diante da convulsão, não há o que fazer; só esperar que passe
ERRADO. Logo que acontecer, deite a criança em um local plano e retire seu agasalho. Verifique se ela tem alguma bala ou chiclete na boca e jogue fora. Vire sua cabeça para o lado, de forma que não sufoque, caso venha a vomitar. Ligue imediatamente para o médico.

Uma criança febril deve ficar em casa e na cama
ERRADO. Não é necessário que ela permaneça deitada o tempo todo, mas convém não se agitar muito. Dependendo da causa da febre e do próprio temperamento, as reações podem variar: algumas crianças continuam brincando normalmente; outras ficam mais abatidas. Quanto a sair na rua, não existe impedimento, desde que não haja uma mudança brusca de temperatura. Nem calor, nem frio excessivos do lado de fora. Deve-se evitar, também, ambientes fechados. Mas, atenção: quem está com doenças contagiosas, como catapora, cachumba, rubéola ou sarampo, precisa ficar isolado para não transmitir o vírus.

Deve-se agasalhar o bebê para baixar a febre
ERRADO. O bebê necessita fazer a troca de temperatura com o meio e não manter a febre no corpo. Recomenda-se, inclusive, ligar o ar refrigerado, tendo o cuidado de colocar uma bacia com água no quarto, para conservar a umidade do ambiente.

Durante a febre, quanto mais líquido, melhor
CERTO. A ingestão de água, sucos, leite e gelatinas serve para repor o líquido perdido através do suor, além de baixar a temperatura do corpo. A amamentação não deve ser interrompida também. Em caso de vômitos ou diarréia, entre com o soro caseiro ou o que é vendido nas farmácias. E muito cuidado com a desidratação. Se notar que o bebê está com a boca e os olhos secos, urinando pouco e muito apático, leve-o imediatamente para o hospital.


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» Publicado em 10 fevereiro 2011 por

Alimentos para crianças com APLV

Consegui essa listagem fazendo pesquisas  sobre alimentos que NÃO contem leite, soja e/ou traços dos mesmos…testei apenas alguns com o Gustavo que tem APLV:
LISTA DE PRODUTOS:

Arrozina
Maizena

Mingau Vitalon(tipo mucilon vários sabores

Becel (azul original)

Creme de arroz Yoki
Aveia Quaker: Flocos; Flocos Finos; Farinha, OAT Bran
Aveia Nestlé: Flocos; Flocos Finos
Chocolate em Pó Solúvel Nestlé
Nescafé Nestlé: Cremoso; Matinal; Original; Des-cafeinado; Tradição

PAPINHAS NESTLÉ
Etapa 1 (a partir de 6 meses): Ameixa; Maçã; Pera; Uva; Caju
Etapa 2 (a partir de 6 meses): Frutas Sortidas; Maçã e Banana; Mamão com Laranja; Manga com Pera; Frutas Tropicais; Caldo de Feijão com Arroz, Legumes e Beterraba; Banana com Aveia

BEBIDAS
Nestea Nestlé: Limão; Maracujá; Tangerina; Pessêgo
Nestea Light Nestlé: Pêssego; Limão
Suco em pó La Frutta Nestlé: Laranja; Limão; Maracujá; Uva; Manga; Abacaxi; Tangerina
Suco em pó La Frutta Zero Nestlé: Tangerina Zero; Laranja Zero; Uva zero; Abacaxi zero

SORVETES
Picolé La Frutta Nestlé: Manga Zero
Potes La Frutta (750 ml) Nestlé: Abacaxi com Hortelã; Limão; Maracujá, Manga e Morango zero.
Picolé Nestea Nestlé

…vou mais a fundo nessa pesquisa para compartilhar com vocês e a partir do momento que for testando os produtos com Gustavo, conto tudinho pra vocês!

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» Publicado em 16 janeiro 2011 por

Sintomas da alergia ao leite

Diagnosticar alergia às proteínas dos alimentos requer muitas análises por parte dos médicos. A alergia pode ocorrer em mais de um alimento e os sintomas são os mais diversos. Isto torna difícil distinguir se os sintomas são devidos à alergia ao alimento ou a outros problemas.

Os sintomas da alergia podem ser classificados em seis tipos:

Sistema Gastrointestinal Sistema Respiratório Olhos
Cólica
Vômito
Diarréia
Sangue nas fezes
Constipação
Gases
Colite
Náusea
Nariz escorrendo
Espirros
Tosse
Asma
Congestão
Bronquite
Coceira no nariz
Sintomas de gripe
Respiração pela boca
Respiração difícil
Olhos lacrimejantes
Olhos vermelhos
Círculos escuros
Coceira
Conjuntivite
Sistema Nervoso Central Pele Outros sintomas
Irritabilidade
Perda de sono
Tontura prolongada
Cansaço
Eczema
Dermatite
Urticária
Vermelhidão
Vermelhidão no reto
Coceira
Inchamento dos lábios, boca, língua e garganta
Infeção no ouvido
Perda de peso
Suar em excesso
Baixo rendimento escolar
Dificuldade de convivência
Depressão
Choque anafilático

Geralmente, mais de um sistema do corpo estão envolvidos nas reações alérgicas. Os sintomas gastrointestinais são os mais comuns. Como pode ser observado, as reações realmente são muito diversas, dependendo de cada caso. Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente ou até várias horas ou dias após a ingestão do alimento.

Gustavo apresentou alergia na pele, através de vermelhidão nas costas, olhos, pescoço, ombro. Além das coceiras na nuca, olhos e nariz.

Agora estou retomando a introdução dos alimentos sem a amamentação para ver realmente se ele não tem reação com mais algum alimento. Afinal, alergia não é brincadeira!